Tarcísio: Delegado não pediu escolta e governo estuda proteção automática

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse nesta terça-feira (16) que o ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, executado em Praia Grande, não pediu escolta de proteção.

Ainda segundo Tarcísio, o governo estuda uma forma de fornecer automaticamente proteção para autoridades que se aposentem, com o caso do ex-delegado, e que corram risco por terem enfrentado o crime organizado.

Suspeitos

O segundo suspeito de participar da execução de Ruy Ferraz Fontes foi identificado pela Polícia de São Paulo.

A informação foi confirmada pelo Secretário de Segurança Público do estado, Guilherme Derrite.

“Já identificamos um segundo indivíduo que participou do assassinato do Dr. Ruy Ferraz Fontes, após um trabalho de perícia no local. Vamos solicitar a prisão temporária dos dois já identificados”, afirmou Derrite nas redes sociais. “Seguimos com todas as polícias empenhadas nesse caso, para que os culpados sejam punidos.”

primeiro suspeito, segundo Derrite, “é um indivíduo que já foi preso várias vezes pelas forças policiais. Foi preso por roubo duas vezes, por tráfico duas vezes, foi preso quando era adolescente infrator”.

Em atualização. 

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