Programa Bairro Paulista leva obras de lazer e infraestrutura a mais de 1,3 mil famílias no estado

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Iniciativa do Governo de SP promove requalificação de espaços públicos com foco em mobilidade, sustentabilidade e convivência

O programa Bairro Paulista Cidades Sustentáveis, do Governo do Estado de São Paulo, já beneficiou mais de 1,3 mil famílias em diferentes regiões paulistas pouco mais de um ano após seu lançamento. A iniciativa prevê a requalificação de espaços públicos por meio de projetos urbanos sustentáveis que ampliam áreas de lazer, melhoram a mobilidade e reforçam a segurança nas comunidades atendidas.

Até o momento, as intervenções foram realizadas em seis municípios: Araçoiaba da Serra e Alambari, na região de Sorocaba; Lagoinha, no Vale do Paraíba; Juquitiba, na Grande São Paulo; além de Tabatinga, na região Central, e Macedônia, na região de São José do Rio Preto. O investimento total soma cerca de R$ 1,5 milhão.

Infraestrutura verde e planejamento urbano

O programa utiliza um conjunto de diretrizes chamado Caderno de Tipologias Urbanas Modulares, que orienta projetos de melhoria em áreas públicas. O documento reúne recomendações para intervenções em oito frentes, entre elas:

  • drenagem e manejo de águas pluviais
  • pavimentação e mobilidade urbana
  • recuperação de sistemas hídricos
  • implantação de áreas verdes multifuncionais
  • instalação de equipamentos urbanos
  • iluminação e sinalização

As orientações também podem ser usadas por prefeituras em projetos realizados com recursos próprios.

A proposta está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e às metas do Plano de Ação Climática 2050 do Estado de São Paulo.

Projeto piloto em Araçoiaba da Serra

A primeira intervenção do programa ocorreu em Araçoiaba da Serra, na região de Sorocaba. Entregue em junho de 2024, a obra revitalizou duas áreas públicas próximas ao Conjunto Habitacional Vereadora Maria Paula Esposito.

Com investimento de R$ 477,8 mil, os espaços passaram a contar com:

  • quadras esportivas, incluindo uma de areia
  • pista de skate
  • playground e aparelhos de ginástica
  • calçadas acessíveis
  • iluminação em LED
  • áreas verdes e pavimentação com blocos intertravados

Segundo moradores, as áreas, antes usadas para descarte irregular de resíduos, passaram a ser utilizadas para lazer e convivência comunitária.

Revitalização impacta rotina em Juquitiba

No bairro Palmeiras, em Juquitiba, a revitalização de uma praça também alterou a dinâmica da região. O espaço recebeu playground, bancos, paisagismo, iluminação pública e infraestrutura de drenagem.

O projeto incluiu ainda faixas elevadas para pedestres em frente à escola e à unidade de saúde do bairro, com o objetivo de melhorar a segurança viária.

Moradores também participaram de ações ambientais, plantando árvores e flores em áreas como o jardim de chuva e o pomar urbano.

Espaço revitalizado atrai visitantes em Lagoinha

Em Lagoinha, no Vale do Paraíba, a área de esporte e lazer da cidade foi reformada e inaugurada em junho de 2025. O local recebeu melhorias como:

  • arborização urbana
  • pavimentação com blocos intertravados
  • iluminação pública
  • deck de madeira e áreas de convivência
  • equipamentos de lazer e acessibilidade

O projeto foi executado em parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) e a prefeitura, com investimento total de R$ 370 mil.

Novos investimentos e expansão do programa

Outras intervenções também foram concluídas em Alambari, Tabatinga e Macedônia, incluindo criação de sistemas de lazer, recapeamento de vias e implantação de equipamentos urbanos.

Atualmente, há obras em andamento em 12 municípios, que devem beneficiar cerca de 2,6 mil famílias. Além disso, o governo estadual mantém convênios com 47 prefeituras, com previsão de investimento de aproximadamente R$ 21,1 milhões.

Prefeituras interessadas em participar do programa podem encaminhar projetos à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, que avalia as propostas com base em critérios como índice de desenvolvimento humano, vulnerabilidade climática e necessidade de acessibilidade urbana.

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