
Em 30 de outubro de 2025, Christopher ‘N’, alias ‘El Comandante’, foi preso como o suposto mandante dos homicídios dos artistas colombianos Bayron Sánchez Salazar, conhecido como ‘B‑King’, e Jorge Luis Herrera Lemos, conhecido como ‘Regio Clown’. A Procuradoria do Estado do México confirmou a detenção, ligando-o ao desaparecimento dos músicos em 16 de setembro.
Os músicos colombianos foram dados como desaparecidos em 16 de setembro, e seis dias depois as autoridades informaram que as identidades dos músicos correspondiam a dois corpos desmembrados encontrados em 17 de setembro em Cocotitlán, perto dos limites entre o Estado do México e a capital mexicana; os corpos foram identificados por suas tatuagens distintivas durante uma investigação em 22 de setembro.
A festa onde se apresentaram em 14 de setembro, chamada “Independence Day. Sin Censura”, foi o epicentro deste caso, que atraiu atenção internacional, bem como pressão política e midiática; as investigações revelaram mensagens que indicavam que Regio Clown se encontraria com “El Comandante” no Estado do México após sair de uma academia em Polanco, Cidade do México.
Em seu último dia de vida, em 16 de setembro, Bayron Sánchez (B-King) e Jorge Luis Huertas (Regio Clown) pegaram um carro por aplicativo ao sair de uma academia e se dirigiram para Iztapalapa, depois pegaram um Mercedes Benz cinza com destino ao Estado do México; o Mercedes Benz foi localizado posteriormente em Texcoco.
A última pista no caso foi o rastreamento de Mariano, próximo aos artistas e ao seu círculo íntimo desde o primeiro dia e que é acusado de tê-los levado no Mercedes Benz para o local onde foram assassinados; as autoridades também detiveram Angélica Irais N, Luis Alberto N, José Luis N e Jaime N por supostamente facilitarem o Mercedes cinza em que os músicos se deslocaram e dentro do qual foi encontrada uma palhinha com DNA de B-King.