Instituto dos Advogados Brasileiros entrega proposta de reforma da Lei da Magistratura

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Documento sugere atualização da Loman e mudanças na estrutura de supervisão do Judiciário

O Instituto dos Advogados Brasileiros entregará nesta segunda-feira (10) um documento com sugestões de reformulação da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, legislação que regulamenta a atuação da magistratura no país.

O material será apresentado pessoalmente pela presidente do IAB, Rita Cortez, a três ministros do Judiciário brasileiro: Luís Felipe Salomão, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho e Edson Fachin.

Atualização da legislação da magistratura

Segundo o documento elaborado pelo instituto, a atual Lei Orgânica da Magistratura estaria defasada diante das demandas contemporâneas por maior transparência, governança e responsabilidade institucional no Judiciário.

A proposta foi assinada pela presidente do IAB e conta com pareceres das seguintes comissões da entidade:

  • Comissão de Direito Constitucional
  • Comissão de Ética e Deontologia Jurídica
  • Comissão de Advocacia.

De acordo com o texto, a legislação precisa ser revisada para acompanhar as transformações institucionais e os novos mecanismos de controle e gestão pública.

Sugestão de mudanças no CNJ

Entre os pontos centrais do documento está a proposta de reformulação do Conselho Nacional de Justiça.

O IAB defende que o órgão passe a ter maior pluralidade institucional e um sistema de supervisão considerado mais coerente, com o objetivo de fortalecer mecanismos de responsabilização institucional no Judiciário.

Segundo o instituto, a medida buscaria ampliar a transparência e a prestação de contas, sem comprometer a independência da magistratura.

Ética pública e confiança no Judiciário

Para Rita Cortez, a atualização da Loman é fundamental para aprimorar os mecanismos de controle e governança da magistratura.

“O fortalecimento da ética pública na magistratura brasileira depende da adequação da LOMAN e do aperfeiçoamento das estruturas institucionais de controle e governança do Judiciário, medidas capazes de produzir efeitos concretos e duradouros na transparência, na responsabilidade institucional e na confiança pública no sistema de justiça”, afirmou.

A proposta deverá servir de base para discussões sobre possíveis mudanças na legislação que regula a carreira e o funcionamento da magistratura no Brasil.

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