A KPMG Brasil acaba de concluir um estudo abrangente que avalia a gestão do transporte fretado em 50 organizações brasileiras de grande porte. A iniciativa, baseada em empresas do setor logístico, analisou metodologias adotadas pelas empresas para gerenciar esse benefício corporativo, considerando aspectos como custos, satisfação do usuário, impacto ambiental e uso de tecnologias.
De acordo com os dados coletados, há um movimento crescente em busca da implementação de rotinas eficazes de gestão, voltadas à eficiência e à melhoria contínua dos serviços. As empresas estão priorizando investimentos em tecnologias específicas que visam aprimorar a experiência do colaborador, como plataformas de roteirização inteligente, monitoramento em tempo real e canais de feedback mais ágeis.
“O uso de ferramentas digitais é essencial para a melhor experiência do usuário, bem como gestão e controle por parte da área responsável da empresa. Observa-se que, de maneira geral, as empresas têm adotado práticas mais rigorosas de auditoria e controle no que se refere ao serviço de fretamento”, destaca o líder das áreas de Private Enterprise, Trabalhista e Previdenciário, Valter Shimidu.
Outro ponto relevante do estudo é a preocupação crescente com a sustentabilidade e a inclusão. Muitas empresas vêm adotando ações que reduzem o impacto ambiental das operações de transporte, como o uso de veículos menos poluentes e políticas de otimização de rotas. Além disso, a oferta de fretados voltados à diversidade e inclusão, como linhas acessíveis para pessoas com deficiência e horários adaptados para diferentes jornadas, vem ganhando espaço.
Por fim, a pesquisa aponta para uma tendência de reavaliação estratégica, em que empresas analisam a viabilidade de terceirizar completamente a gestão dos serviços de fretamento, como forma de buscar maior eficiência e redução de custos, sem comprometer a qualidade do serviço oferecido aos colaboradores.
“Essas práticas incluem a realização frequente de auditorias nas linhas de transporte, revisões periódicas da roteirização dos trajetos e a análise da taxa de ocupação de cada linha. Tais medidas são essenciais para otimizar a eficiência operacional e garantir um melhor aproveitamento dos recursos”, aponta a sócia-líder da área de Mobilidade Global da KPMG, Janine Goulart.
Diante desse cenário, o estudo evidencia que o transporte fretado corporativo deixou de ser apenas um benefício logístico e passou a ocupar um papel estratégico nas organizações. A adoção de tecnologias móveis, aliada a práticas sustentáveis, inclusivas e focadas na experiência do colaborador, revela um novo modelo de gestão mais eficiente, inteligente e alinhado às demandas atuais do mercado e da sociedade.
Sobre a pesquisa
O levantamento foi estruturado em 35 quesitos, previamente acordados com a administração das empresas participantes, e organizados em oito setores temáticos: Usuário x Ocupação, Acessos, Gestão, Custo, Satisfação, Tecnologia e Inovação, Impacto Ambiental, Melhoria Contínua e Diversidade e Inclusão.
Sobre a KPMG
A KPMG é uma rede global de firmas independentes que presta serviços profissionais de auditoria, tributos e consultoria. Está presente em 142 países e territórios, com 275 mil profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. No Brasil, são mais de cinco mil profissionais, distribuídos em 15 cidades de 10 estados e do Distrito Federal.
Orientada pelo seu propósito de empoderar a mudança, a KPMG é uma empresa referência no segmento em que atua. Compartilha valor e inspira confiança no mercado e nas comunidades há mais de 100 anos, transformando pessoas e empresas e gerando impactos positivos que contribuem para a realização de transições sustentáveis em clientes, governos e sociedade civil.