O dono do bar conhecido como “Ministrão”, José Rodrigues, que está há 22 anos à frente do bar localizado na região dos Jardins, negou ter vendido bebida falsificada após a interdição do estabelecimento.
Ele afirmou que adquiriu parte do estoque de um vendedor de rua conhecido, sem nota fiscal, mas disse não acreditar que o produto estivesse adulterado.
Confira: bar em bairro nobre de São Paulo é interditado
“Jamais eu compraria um negócio falso. No meu comércio nunca entrou. Fiquei triste porque o laudo saiu hoje dizendo que tinha metanol. Até a gente não tem conhecimento sobre isso”, declarou.
-
1 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
2 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
3 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
-
4 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
5 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
6 de 6Em meio à suspeitas de intoxicação por metanol, governo de São Paulo fiscaliza comércios suspeitos de vender bebidas adulteradas • Divulgação/Governo de SP
-
Segundo ele, a vítima apontada pela polícia como tendo consumido vodka no local era um cliente conhecido da região. “A frequência aqui é tudo familiar, gente do bairro. Ele era do bairro”, disse.
Bebida batizada com Metanol: Ministrão comprou garrafas de vendedor de rua
Rodrigues afirmou ainda que comprava bebidas regularmente de distribuidoras conhecidas, como Coca-Cola e Heineken, e que apenas a vodka vinha do vendedor informal. “Bebida quente é difícil de comprar. A gente compra diretamente com esses caras que vendem na rua”, completou.
A informação de que o bar foi interditado foi confirmada pela Secretaria Estadual da Saúde à CNN. A ação contou com a participação da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária.
A Vigilância Sanitária informou que o bar pode responder a processo administrativo e sofrer penalidades que vão de multa a interdição.
Já a Polícia Civil investiga se as bebidas comercializadas no local têm relação com mortes suspeitas por intoxicação em São Paulo.
Bebidas batizadas com metanol: o que se sabe sobre os casos de intoxicação