
A aparente inconsistência: taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre até novembro de 2025, o menor desde 2012. No entanto, gastos com seguro-desemprego subiram para R$ 57,5 bilhões nos 12 meses até novembro, contra R$ 47,2 bilhões em 2022.
Causas Identificadas
- Falhas nas regras do programa: Podem incentivar informalidade temporária para acumular benefícios.
- Reajustes do salário mínimo: Acima da inflação, sob o governo Lula, elevam custos com benefícios trabalhistas, previdenciários e assistenciais.
A despesa social é criticada por ser ineficiente: prioridade em país desigual, mas insustentável e mal direcionada.
Comparação Internacional
- Brasil: 16,8% do PIB em proteção social.
- Economias avançadas: 15,2%.
- Emergentes: 8,9%.
Recursos concentrados em aposentadorias elevadas para idosos, acima de padrões globais. Gastos com BPC (benefícios a idosos e deficientes de baixa renda) atingiram R$ 126,3 bilhões.