Na tarde desta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, o sistema Pix, ferramenta essencial para pagamentos no Brasil, apresentou instabilidades que afetaram diversos usuários de diferentes instituições financeiras. A situação gerou um grande volume de reclamações nas redes sociais e plataformas de monitoramento, com relatos de dificuldades para realizar transferências e pagamentos em tempo real.
O DownDetector, plataforma que monitora o funcionamento de serviços online, registrou um pico de mais de 6 mil reclamações por volta das 14h40. Esse aumento repentino no número de queixas sinalizou que o problema não estava restrito a um banco específico, mas sim que possuía um alcance nacional.

O levantamento do DownDetector indicou que as queixas envolviam simultaneamente pelo menos cinco instituições financeiras, o que reforça a hipótese de que a falha teve origem na infraestrutura central do sistema. O Pix é operado e supervisionado pelo Banco Central, que é o responsável pela liquidação e pelo funcionamento da plataforma.
Como um dos principais meios de pagamento eletrônico do país, o Pix se tornou indispensável para consumidores, empresas e para o comércio em geral. Uma interrupção no sistema tem o potencial de causar transtornos significativos e impactar negativamente a economia. A agilidade e a praticidade do Pix conquistaram os brasileiros, mas episódios como este servem de alerta para a necessidade de investimentos constantes em infraestrutura e segurança para garantir a sua estabilidade e confiabilidade.