Ministro defende uso de royalties de Urânio para as Forças Armadas

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Durante agenda no arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do PSD, defendeu o uso do urânio para desenvolver estratégias de fortalecimento das Forças Armadas brasileiras. Ele destacou a importância da cadeia nuclear completa do Brasil, que inclui a produção de combustível nuclear, como essencial para a segurança energética futura, especialmente em baterias e descarbonização, projetando avanços significativos em dez anos.

Silveira citou como exemplo o projeto do submarino nuclear de ataque Álvaro Alberto (SN-10), em desenvolvimento pela Marinha do Brasil no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, resultado de parceria entre Brasil e França. A proposta envolve direcionar royalties da exploração do urânio para um fundo destinado às Forças Armadas, gerido pelo Ministério da Defesa.

A declaração foi feita diretamente ao ministro da Defesa, José Múcio, e ao brigadeiro da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno, presentes no evento. Silveira enfatizou que um país como o Brasil precisa intensificar o fortalecimento de sua defesa, utilizando esses recursos para garantir a soberania nacional e o reforço das fronteiras.

No mesmo dia, o Grupo Neoenergia deu início às obras da Usina Solar Noronha Verde, um projeto marcante para a transição energética no arquipélago, reconhecido como patrimônio natural da humanidade pela Unesco. A agenda contou com a presença de outras autoridades, incluindo a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, do PSD.

Silveira se posicionou como entusiasta da iniciativa, argumentando que Forças Armadas fortalecidas proporcionam segurança para a soberania e o desenvolvimento do país, integrando tecnologia nuclear à defesa estratégica.

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